<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-22197327</id><updated>2011-04-21T16:11:49.024-07:00</updated><title type='text'>conversas digitais</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://conversasdigitais.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197327/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://conversasdigitais.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>K</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870965501109079412</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22197327.post-114728029832814311</id><published>2006-05-10T09:14:00.000-07:00</published><updated>2006-05-11T07:17:32.530-07:00</updated><title type='text'>Processo de Bolonha</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Processo de Bolonha é um tratado que visa uniformizar o ensino universitário e politécnico dos países pertencentes à União Europeia, homogeneizando o sistema educativo superior europeu. Deste modo, conseguir-se-á esbater parcialmente diferenças de instrução existentes entre os mesmos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Com este processo pretende-se tornar mais viável a mobilidade quer de profissionais, quer de alunos, facilitando as equivalências, entre outras coisas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Através deste método, será possível obter uma maior procura por parte dos jovens, e dos empregadores, no estrangeiro, estimulando o mercado de trabalho, abrindo novas portas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Na teoria, tudo isto soa muito bem. Na prática, poder-se-á verificar que não será exactamente este o resultado (pelo menos, no imediato). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Na verdade, este conjunto de princípios propostos pela Convenção de Bolonha poderá encontrar países que não estão aptos a recebê-lo, pois exige uma grande consistência em termos de organização que talvez não esteja ao nível de alguns profissionais e alunos de alguns países.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Além disso, outra das contrapartidas, poderá ser o facto de que, simultaneamente connosco, estarão indivíduos estrangeiros a concorrer aos mesmos postos de trabalho (o que poderá afectar directamente a competitividade, de forma negativa para os portugueses).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No que concerne ao caso particular do ensino nacional, penso que irá trazer confusão, aquando da sua implementação. As vantagens só se verificarão a longo prazo, uma vez que o sucesso deste processo depende essencialmente da restruturação de todo um sistema educativo, que requere algumas reformas. Há que preparar os estudantes desde o início do seu percurso escolar, habilitando-os para tal evolução. Só assim poderemos "colher os frutos" desta iniciativa, e só assim serão os objectivos cumpridos com êxito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;E, já agora, "vale a pena pensar nisto".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22197327-114728029832814311?l=conversasdigitais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://conversasdigitais.blogspot.com/feeds/114728029832814311/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22197327&amp;postID=114728029832814311' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197327/posts/default/114728029832814311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197327/posts/default/114728029832814311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://conversasdigitais.blogspot.com/2006/05/processo-de-bolonha.html' title='Processo de Bolonha'/><author><name>K</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870965501109079412</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22197327.post-114675358952146750</id><published>2006-05-04T06:56:00.000-07:00</published><updated>2006-05-11T07:15:41.956-07:00</updated><title type='text'>A identidade na era Digital</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;"À medida que os seres humanos se confundem cada vez mais com a tecnologia e uns com os outros através da tecnologia, as velhas distinções entre o que é especificamente humano e o que é especificamente tecnológico tornam-se mais complexas. Estaremos a viver uma vida no ecrã ou dentro do ecrã?"&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;(Sherry Turkle, 1995)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Este pareceu-me um bom ponto de partida para o seminário a apresentar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A forma como o Homem lida com a Internet, e com a sua privacidade na mesma, parece-me ser uma questão bastante interessante e oportuna.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Desde o início dos tempos, a comunicação foi adquirindo uma importância cada vez maior, ainda que não conscientemente, e o ser humano sempre teve essa necessidade (pois somos animais sociais).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Com o apogeu das denominadas "novas tecnologias", o indivíduo conheceu e aprendeu outras formas de se relacionar com o que o rodeia. Produziu novos símbolos para representar e exprimir aquilo que pensa e aquilo que sente, introduzindo padrões de linguagem originais, característicos somente do mundo da informática.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Assim, levanta-se a questão da diferença entre a comunicação cara-a-cara e a comunicação através de um computador. Esta última confere-nos, talvez, mais liberdade, mais &lt;em&gt;à vontade&lt;/em&gt;, uma vez que estamos "protegidos" pelo anonimato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Todavia, esta condição tem também contrapartidas (há sempre o reverso da moeda): se, por um lado, temos mais liberdade (privilégio esse que nos permite criar uma outra identidade), por outro lado, essa mesma liberdade pode dar origem a situações menos benéficas, ou até mesmo prejudiciais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ao inventarmos "personagens", com uma vida diferente da nossa, e que só existam &lt;em&gt;online&lt;/em&gt;, corremos o risco de confundir realidade com ficção...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É sobre este assunto que pretendo debruçar a minha pesquisa, porque "vale a pena pensar nisto".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22197327-114675358952146750?l=conversasdigitais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://conversasdigitais.blogspot.com/feeds/114675358952146750/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22197327&amp;postID=114675358952146750' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197327/posts/default/114675358952146750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197327/posts/default/114675358952146750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://conversasdigitais.blogspot.com/2006/05/identidade-na-era-digital.html' title='A identidade na era Digital'/><author><name>K</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870965501109079412</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22197327.post-114384254504040675</id><published>2006-03-31T13:27:00.001-08:00</published><updated>2006-04-01T05:57:00.840-08:00</updated><title type='text'>O inverso do que é suposto...? (Talvez não)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#666666;"&gt;Hoje ouvi na rádio algo que me fez pensar... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#666666;"&gt;Passo a citar: "As novas tecnologias em vez de nos aproximarem afastam-nos". Esta frase, no seu contexto, fez algum sentido, embora não concorde totalmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#666666;"&gt;Na minha opinião, talvez a ideia-base desta afirmação seria a de que as novas tecnologias não nos aproximam tanto quanto desejaríamos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#666666;"&gt;Contudo, não podemos negar a sua utilidade, nem as facilidades que vieram propôr ao nosso dia-a-dia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#666666;"&gt;Os telemóveis e a internet vieram criar formas de comunicação diferentes, em alternativa às já institucionalizadas há muito, e com as quais estavamos todos bastante familiarizados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#666666;"&gt;No meu caso, em particular (e que penso ser comum a muitos outros), o uso destas ferramentas veio proporcionar um modo de firmar/manter contacto com as pessoas que me rodeiam quando a comunicação face-a-face não pode ser estabelecida. O que é, realmente, uma mais-valia! Por exemplo, durante a semana, com os horários que tenho a cumprir, e tudo o que estes envolvem, não consigo estar tantas vezes, ou tanto tempo, com as pessoas de quem gosto quanto gostaria. Tenho amigos que geograficamente estão longe, e, no entanto, sinto-me próxima. E é através das novas tecnologias que vou tendo notícias dessas pessoas, que vou conseguindo que estas relações resistam com êxito...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#666666;"&gt;Aquilo que vos digo não é nada de novo, nem acrescenta nada em termos de informação. Mas esse também não era o meu propósito. Quis, simplesmente, partilhar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#666666;"&gt;Não podemos crer que estes "utensílios" substituem a presença humana. Todavia, não podemos também declarar que são a significação oposta da aproximação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#666666;"&gt;Acho que "vale a pena pensar nisto"!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22197327-114384254504040675?l=conversasdigitais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://conversasdigitais.blogspot.com/feeds/114384254504040675/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22197327&amp;postID=114384254504040675' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197327/posts/default/114384254504040675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197327/posts/default/114384254504040675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://conversasdigitais.blogspot.com/2006/03/o-inverso-do-que-suposto-talvez-no.html' title='O inverso do que é suposto...? (Talvez não)'/><author><name>K</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870965501109079412</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22197327.post-114347653084698430</id><published>2006-03-27T08:02:00.000-08:00</published><updated>2006-03-31T14:04:53.383-08:00</updated><title type='text'>Pode ser-se demasiado criativo?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#666666;"&gt;Afinal, o que significa realmente ser criativo?... Foi ao pensar nisto que resolvi ir ver a definição ao dicionário:&lt;br /&gt;"criativo - que tem capacidade para criar; que tem originalidade inventiva; criador."&lt;br /&gt;Assim, deduzi, imediatamente, que nunca se é &lt;em&gt;demasiado&lt;/em&gt; criativo. Aliás, esta parece-me uma dedução óbvia.&lt;br /&gt;No entanto, os resultados dessa criatividade podem ser positivos, ou não. Podem trazer benefícios consigo, ou não.&lt;br /&gt;Quando Bell inventou o telefone, talvez tenha havido quem achasse que ele estava a ser &lt;em&gt;demasiado&lt;/em&gt; criativo. Quando Marconi pensou que seria possível comunicar através da Telegrafia Sem Fios (TSF), inventando a rádio, talvez tenha havido quem achasse que ele estava a ser &lt;em&gt;demasiado&lt;/em&gt; criativo. E porderia continuar com os exemplos (mas o tempo não mo permite)!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O ser humano é por natureza um ser com capacidade de gerar, de produzir. Claro que não estamos constantemente a inovar. Claro que nem sempre temos novas ideias. E mesmo quando as temos, a grande maioria delas não são &lt;em&gt;boas ideias.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#666666;"&gt;A questão fulcral prende-se, então, com a utilidade que um novo objecto, um novo produto, pode ter. Se a criatividade não nos traz qualquer vantagem, a novidade cai no esquecimento. Não vinga.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#666666;"&gt;Agora, se a inovação for bem sucedida, o impacto pode ser grande (e os lucros também). Mas é preciso saber quando e como investir...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#666666;"&gt;Contudo, por vezes, não é propriamente a descoberta, nem os seus proveitos, que estão em causa. É necessário que o contexto seja o mais propício. Que a sociedade esteja pronta. Caso contrário, mesmo uma ideia genial pode resultar num perfeito desastre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#666666;"&gt;Assim, podemos verificar que o conceito de "criativo", aliado ao advérbio "demasiado", revela alguma complexidade (para não dizer mesmo &lt;strong&gt;bastante&lt;/strong&gt;). É preciso estar atento aos riscos inerentes à descoberta... Mas também não podemos ser &lt;em&gt;demasiado&lt;/em&gt; cautelosos, pondo em causa o crescimento e a própria evolução.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#666666;"&gt;Já agora, "vale a pena pensar nisto"!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22197327-114347653084698430?l=conversasdigitais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://conversasdigitais.blogspot.com/feeds/114347653084698430/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22197327&amp;postID=114347653084698430' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197327/posts/default/114347653084698430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197327/posts/default/114347653084698430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://conversasdigitais.blogspot.com/2006/03/pode-ser-se-demasiado-criativo.html' title='Pode ser-se demasiado criativo?'/><author><name>K</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870965501109079412</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22197327.post-114106337474066825</id><published>2006-02-27T09:11:00.000-08:00</published><updated>2006-05-11T07:12:18.963-07:00</updated><title type='text'>Mundo em Mudança</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Toda a publicidade e &lt;em&gt;marketing&lt;/em&gt; a que assistimos espelham a nossa realidade.&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Os anúncios dos carros pretendem atrair o público quer pela sua rapidez, quer pelo seu conforto. Os anúncios de crédito procuram cativar o cliente pela sua imediatez. Os anúncios de objectos para o lar tentam seduzir-nos pelo seu sentido prático. Os anúncios de detergentes, que costumavam dirigir-se às mulheres, agora dirigem-se também aos homens. Os anúncios dos telemóveis da 3ª geração incitam à compra, independentemente do facto dos telefones móveis terem sido criados com o intuito simplesmente de permitir fazer e receber chamadas de qualquer lugar, a qualquer hora. Os anúncios de cremes que retardam o envelhecimento prometendo às pessoas mais anos de juventude. E poderemos encontrar muitos mais exemplos, que retratam, sem dúvida, as necessidades das novas sociedades.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Para compreender o presente é necessário ter em conta diversos acontecimentos que contribuíram para que o mundo fosse tal como o conhecemos. E a Revolução Digital não é excepção. Não podemos perceber o que nos rodeia, sem perceber a ascensão de novos valores, como a &lt;strong&gt;velocidade&lt;/strong&gt;, os &lt;strong&gt;ciclos curtos&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;império do novo&lt;/strong&gt;, a &lt;strong&gt;abundância&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;diversidade&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;prazer&lt;/strong&gt;, a &lt;strong&gt;interactividade&lt;/strong&gt;, a &lt;strong&gt;mobilidade&lt;/strong&gt;, a &lt;strong&gt;desmaterialização&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;pós-figurativismo &lt;/strong&gt;e também a &lt;strong&gt;era do feminino&lt;/strong&gt;. Tudo aquilo que está tão banalizado no nosso quotidiano é reflexo da implementação progressiva daqueles que são os valores máximos das sociedades contemporâneas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Cada vez mais, damos maior importância à rapidez com que as nossas necessidades são satisfeitas. Vivemos numa era que não tem lugar para a espera, para o sofrimento e o sacrifício. É a era do já, do agora. A era do imediato. A velocidade passou a ser sinónimo de qualidade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Como resposta, os produtos têm um ciclo de vida cada vez mais curto. A durabilidade é substituída pelo efémero, pelo descartável, uma vez que a tendência assim o exige. Os consumidores recebem diversos estímulos, de diversas fontes. As "tentações" fazem com que a infidelidade seja a regra de consumo, pois o novo ganhou um maior poder de atracção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Assim, tornou-se imprescindível tentar fidelizar o cliente. São cada vez mais as lojas/empresas que apostam em cartões de fidelização. Tudo é válido nesta "guerra" em que os vencedores são os que agem, os que procuram "antecipar as respostas às oportunidades emergentes".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Outro factor importante é o prazer. Este passou a ser uma exigência universal e constante. Os produtos mais apelativos são aqueles dos quais nós consumidores podemos retirar algum tipo de satisfação. Aqueles que nos proporcionam momentos de entretenimento, de divertimento, em suma, de puro prazer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A interactividade é outro conceito que tem vindo a ganhar muita importância. Os jogos on-line, ou os concursos interactivos, são modas emergentes, porque são um incentivo à participação do indivíduo em tempo real, o que permite ao consumidor sentir o seu verdadeiro poder. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Com a ascensão das novas tecnologias, os conceitos de "tempo" e "espaço" ganharam uma outra dimensão. A Internet, por exemplo, veio esbater fronteiras, e oferecer uma maior mobilidade às populações. O fenónemo das comunicações móveis demonstra também esta realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia, procura-se capacidade de adaptação e flexibilidade. A sabedoria já não é a preferência. E estas características encontram-se maioritariamente nos jovens. Estes têm também um outro "à vontade" para utilizar os meios digitais, o que, à partida, constitui uma mais-valia. No entanto, verifica-se um paradoxo, no sentido em que há uma "incompreensão das competências específicas da nova geração".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Quando observamos aquilo que se passa à nossa volta, é visível o grande valor que se foi atribuíndo à inteligência emocional, ao sentido prático, ou ao equilíbrio, que até há relativamente pouco tempo eram tidos como valores próprios apenas das mulheres. A diferenciação entre sexos é cada vez menor no que diz respeito aos níveis de educação, e a presença do sexo feminino em cargos de grande responsabilidade é cada vez mais notória.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Deste modo, parece estar nas nossas mãos dar bom uso aos recursos que temos ao nosso alcance para que este seja um mundo melhor. Devemos ser capazes de usar tudo o que temos ao nosso dispor o mais beneficamente possível. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Porque é que, se temos mais facilidade em comunicar, se temos meios que nos permitem suprir barreiras de tempo e de espaço, continuamos a viver sem tempo para as coisas que realmente interessam, continuamos a viver em &lt;em&gt;stress&lt;/em&gt;? Não podemos permitir que a nossa vida seja comandada pela publicidade que nos conduz à crescente intenção de consumo desenfreado. Pelo comprar só por comprar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Será que vivemos numa sociedade consumista, que se vai auto-destruíndo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Eu quero acreditar que não... Mas, já agora, "vale a pena pensar nisto"!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22197327-114106337474066825?l=conversasdigitais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://conversasdigitais.blogspot.com/feeds/114106337474066825/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22197327&amp;postID=114106337474066825' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197327/posts/default/114106337474066825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197327/posts/default/114106337474066825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://conversasdigitais.blogspot.com/2006/02/mundo-em-mudana.html' title='Mundo em Mudança'/><author><name>K</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870965501109079412</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22197327.post-113949843149657812</id><published>2006-02-09T06:28:00.000-08:00</published><updated>2006-03-28T13:37:57.886-08:00</updated><title type='text'>Sociologia da Cultura dos Meios Digitais e Interactivos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;"Nesta Disciplina procurar-se-á proporcionar aos alunos uma reflexão sobre os impactos sociais da Revolução Digital, expressos em diversos campos da vida humana, individual e colectivamente considerada (...)"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;A meu ver, esta frase resume bastante bem quais os objectivos desta Cadeira.&lt;br /&gt;Quanto às minhas expectativas, esta será não só uma forma de aprofundar e consolidar os conhecimentos que já possuímos em relação às matérias em questão, como um meio de adquirir mais informação (e informação mais específica) acerca da realidade do século XXI, que é, de facto, a nossa.&lt;br /&gt;De entre todos, o tema que desperta mais o meu interesse é o último: &lt;strong&gt;A Sociedade da Informação e do Conhecimento (SIC) na Criminalidade,&lt;/strong&gt; talvez por ser aquele que nos é menos próximo. Enquanto que com os outros temas, como &lt;strong&gt;A SIC no Relacionamento Interpessoal,&lt;/strong&gt; acabamos por ter um contacto mais directo, uma vez que são questões com as quais estamos mais familiarizados (como o telemóvel, a internet, etc), a criminalidade é uma realidade mais distante, que, apesar de ser muito mediatizada, acaba por não causar um grande impacto na sociedade, porque não afecta directamente o nosso quotidiano.&lt;br /&gt;Assim sendo, ficarei à espera que estas expectativas se confirmem. E, entretanto, terão mais comentários disponíveis neste espaço ao longo do semestre, no que diz respeito aos temas propostos.&lt;br /&gt;Até breve!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22197327-113949843149657812?l=conversasdigitais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://conversasdigitais.blogspot.com/feeds/113949843149657812/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22197327&amp;postID=113949843149657812' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197327/posts/default/113949843149657812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197327/posts/default/113949843149657812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://conversasdigitais.blogspot.com/2006/02/sociologia-da-cultura-dos-meios.html' title='Sociologia da Cultura dos Meios Digitais e Interactivos'/><author><name>K</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05870965501109079412</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
